quinta-feira, 5 de julho de 2012

Armin Morbach, carne e cor

Armin Morbach, um alemão que é fotógrafo, produtor, modelo e hairstylist. Para mim é, simplesmente e acima de tudo, um artista. Admiro a maneira como faz da cara dos seus modelos uma tela e do corpo uma explosão de sensualidade e sexo. É conhecido pela sua vertente erótica. As suas produções já preencheram páginas em publicações como Tush, Viktor Magazine, Vogue, GQ Style Germany, entre outras. Além disto, está à frente da WAS (What the Fuck) Magazine, uma navegação entre a moda e a estética.


Armin Morbach

-------------------------------------------------------------------

Um de seus trabalhos mais entusiasmantes apareceu na edição “Sex & Art”, da revista alemã Cosmopolitan. Tornou-se notícia assim que saiu para as bancas, devido a seu extremo teor sexual.

Image

Image

Image

Image

---------------------------------------------------------------

Produção para a revista Tush

Image

Image

Image

Image

Image

Image

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Lei da selva??

É quando leio fábulas ou alegorias que envolvem animais que mais me sinto na condição de besta. Faz todo o sentido, penso eu. Ainda assim não consigo deixar de pensar que os animais, os irracionais, é que sabem. Ou melhor, sem saberem, conseguem viver melhor. São superiores a nós na sua maneira básica e instintiva de agir. Não há cá "hipoteticamente" nem planos B. Há o que o corpo pede e o que o instinto manda fazer. Que fácil parece. Que fácil deve ser.  Dormem, fornicam, caçam, protegem os seus, comem e dão de comer. Sujeitam-se a fazer parte de uma cadeia alimentar porque a natureza não é egoísta como nós, homens e mulheres, que fazemos o mesmo, noutros contextos, de forma mais cruel e desnecessária.  Quem, nesta sociedade, não "come" o mais pobre, o menos esperto ou o menos preparado? Mesmo que não queria, é obrigado, porque a verdadeira lei da selva moveu-se para esfera humana há muito tempo. Há demasiado tempo. Numa coisa homens e animais são praticamente iguais: para um erguer-se, outro tem de definhar. Assim o mostrou Kafka em "Metamorfose". Só que os animais fazem-no com muito mais glória e honra.

Image